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Helio de La Peña é carioca da Vila da Penha (saudoso bairro do subúrbio do Rio, de onde tirou inspiração para criar seu nome artístico), tem 64 anos, casado, três filhos e formado em engenharia pela UFRJ. Humorista de águas abertas e, o mais importante, botafoguense.

Fundou o jornal CASSETA POPULAR com Beto Silva e Marcelo Madureira em 1978, ainda nos tempos da faculdade.

Em 1988, deixou a engenharia para se tornar redator de humor, como um dos criadores do TV PIRATA.

Um dos criadores do programa “Casseta & Planeta, Urgente!” (Tv Globo), no ar de 1992 a 2010, onde atuou e escreveu.

Na literatura, suas obras também têm o DNA de Humor.

Seu último lançamento (2023)  é  “Aventuras de um Pijamão”, crônicas e cartuns sobre casamento, solteirice, sexo, falta de sexo e outras mentiras, em collab com o cartunista Adão Iturrusgarai.  Uma parceria das editoras Almedina e Banca do Minhoca.

Junto com o grupo Casseta e Planeta, lançou uma série de livros.

Destaque para o

BRASIL DO CASSETA, ed. Sextante (2018).
O mais completo livro de História do Brasil do momento. Conta a trajetória do nosso país desde a descoberta até o impeachment da presidente Dilma. Não recomendado para estudantes que se preparam para o Enem, a não ser que saibam distinguir o que é piada do que é fato histórico.  Em breve, uma nova edição atualizada.

Em sua carreira solo, lançou:

O LIVRO DO PAPAI, ed. Objetiva (2003) – um guia anti-ajuda para os pais de primeira viagem. Acompanha a trajetória desde o momento em que o casal decide ter um filho até seu aniversário de 1 ano. O livro tem vários conselhos que o autor aconselha ninguém seguir. Reedição em breve.

MEU PEQUENO BOTAFOGUENSE, ed. Belas Letras (2010).
– quadrinhos. A história do Botafogo, time de coração de Helio de La Peña, ilustrada por Aroeira, também alvinegro. A criação do clube, os craques, os grandes títulos, a passagem pela série B, os torcedores ilustres, tudo ali temperado com altas doses de humor e paixão.

VAI NA BOLA, GLANDERSON!, ed. Objetiva (2006) – romance. Um garoto do subúrbio carioca sonha em ser jogador de futebol. Além de estar um pouco velho para iniciar a carreira, ele não tem dois dedos do pé direito. Porém, essa deficiência lhe dá um chute de efeito incrível. Glanderson é descoberto por Paulo Ventania, um improvisado empresário que tenta alavancar sua carreira aos trancos e barrancos. 

O livro foi adaptado para o cinema com o título CORRENDO ATRÁS (2016), com Ailton Graça, Juliana Alves, Lázaro Ramos e o próprio Helio, que também assina o roteiro. Dir. Jeferson De, prod. Raccord Produções/Globo Filmes. Em cartaz atualmente no Telecine.

POLIANA OKIMOTO, ed. Contexto (2017).
– biografia. Escrito em conjunto com Daniel Takata, o livro traça a trajetória de Poliana Okimoto, a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha olímpica – medalha de bronze na maratona aquática nos jogos do Rio 2016. Helio também é um praticante da modalidade, como humorista de águas abertas.

TV e Cinema

Com trajetória profissional diversificada, atuou na novela Totalmente Demais (2015); em filmes como A TAÇA DO MUNDO É NOSSA (Casseta & Planeta – 2003), SEUS PROBLEMAS ACABARAM (Casseta & Planeta – 2006) – nesses dois também foi co-roteirista; MUITA CALMA NESSA HORA (Bruno Mazzeo); O VIZINHO (Leandro Hassum – Netflix,2022). Nos streamings participou  do Especial de Natal (PORTA DOS FUNDOS, 2020) , da segunda temporada das séries A SOGRA QUE TE PARIU (Rodrigo Santana – Netflix, 2023) e HUMOR NEGRO (Rodrigo França – Multishow/Globoplay, 2023).

Atualmente, corre comedy clubs e teatros pelo Brasil com seu show solo de stand-up “PRETO DE NEVE” onde fala de política sem preconceito, batendo em todo mundo. Expõe as contradições de ser o único preto em ambientes sofisticados, assim como traz a vivência de quem cresceu no subúrbio do Rio de Janeiro. 

Palestra:

Para além do humor, Helio é palestrante com foco na educação.

Sem educação Não tem Graça

Helio explica como se tornou um case de sucesso:

 “Tudo o que tenho hoje eu devo à educação. A minha mãe foi professora primária, e sempre se esforçou muito para que eu tivesse uma boa e sólida base de estudos. Além de me alfabetizar, lutou para que eu tivesse acesso a uma escola de qualidade.

Essa base sólida de estudos me deu a oportunidade de passar na Faculdade de Engenharia na UFRJ.

Então, tudo pra mim vem da educação. E, agora, chegou a minha vez de retribuir.

Ir para as comunidades, para as favelas, estimular a leitura, a educação, falar sobre isso é  muito gratificante pra mim.”

O humorista firmou um compromisso social administrando duas bibliotecas comunitárias no Rio de Janeiro. Uma no Complexo do Caju e outra no Morro da Babilônia.

Mais informações : @bibliotecalapena

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